Ecopeak (PEEK): O Polímero de Alto Desempenho para Aplicações Críticas
Em setores industriais que exigem materiais capazes de suportar condições extremas de temperatura, pressão e…
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Fonte: Gazeta Web
Os impactos econômicos da pandemia do coronavírus já estão sendo sentidos na economia mundial, e como forma de tentar minimizar os danos, a Federação Nacional da Indústria (CNI) encaminhou um conjunto com 37 medidas voltadas para o enfrentamento da crise. O documento foi enviado na semana passada.
O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, avalia que as dificuldades para produzir, geradas pela falta de insumos e pela falta de liquidez, com a queda nas vendas, poderão levar diversas empresas eficientes à falência – o que, certamente, aumentará as consequências sociais negativas da crise.
“O uso de recursos públicos, escassos devido à situação fiscal, deve ser direcionado ao fortalecimento do sistema de saúde e ao alívio da situação financeira das empresas, para que se assegure a preservação dos empregos”, defende Robson Andrade.
Elaboradas em parceria com as federações estaduais das indústrias e com o Fórum Nacional da Indústria (FNI), que representa as associações setoriais, as propostas foram encaminhadas ao presidente da República, Jair Bolsonaro; ao ministro da Economia, Paulo Guedes; ao ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho; ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre; ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia; e a líderes de partidos e blocos partidários.
Entre as medidas, estão a facilitação, por parte dos bancos públicos e de desenvolvimento, do acesso a capital de giro – inclusive para empresas que têm crédito imobiliário e condições diferenciadas de juros -, carência de pelo menos seis meses, prazo ampliado e flexibilização das garantias.